Entrevista traduzida para a Connecticut Magazine | ALavigne.com.br
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“Eu sempre coloco meu coração e me esforço em tudo que faço” – Entrevista para a Connecticut Magazine

No dia 26 de Setembro, Avril Lavigne concedeu uma nova entrevista para o site Connecticut Magazine. A cantora conversou com David Needleman por telefone algumas horas antes do show em Chicago (um dia antes de seu aniversário de 35 anos). Avril anunciou as primeiras datas da turnê para Estados Unidos e Canadá. Há notícias não oficiais publicadas na internet de algumas datas anunciadas para receber a turnê na Europa em Março de 2020, sem fonte oficial. A cantora se apresenta hoje, 06/10 em Toronto, no Canadá.

Foto: IG Avril Lavigne

Confira mais uma entrevista traduzida pela Equipe ALBR!

CM: Como está o andamento da turnê ?
Avril: Os shows estão sendo incríveis. Eu nunca fiz uma turnê em teatro antes. Há muita energia e vibração. Por isso fiquei empolgada em fazer dessa forma. Eu posso sentir o público e eles estão mais próximos de mim. Todos os shows estão lotados e fica melhor pra ver todo mundo. Todos cantam super alto, há muita animação durante o show, me sinto conectada durante todo o show. Tem sido, eu tenho que te dizer, provavelmente é uma das minhas turnês favoritas.

CM: Foi sido como andar de bicicleta, sem ter feito shows ao vivo por cinco anos?
Avril: Totalmente. Ótimo exemplo.

CM: Eu li uma entrevista outra vez, acho que foi com Slash do Guns N ‘Roses. Ele disse que os membros da banda conversavam entre si através dos fones, faziam brincadeiras e tentavam fazer rir uns aos outros durante o show. Você já fez algo assim com a sua banda?
Avril: Piadas para nos fazer rir, não. Meu diretor musical usa para tipo: se algo estragar, se houver um erro – há uma equipe correndo atrás de nós para verificar se tudo está sincronizado, então, se algo estragar, ele conversará conosco pelo fone para nos guiar, apenas para esse tipo de coisa.

CM: Quando ouço uma música mais antiga que eu amo, lembro de quando me apaixonei por essa música. Quando você ouve uma de suas próprias músicas do primeiro ou segundo álbum, você volta naquela época?
Avril: Nunca me perguntaram isso. Eu gosto disso. Com certeza. Eu percebi quando comecei os ensaios da banda para a turnê. Estávamos ensaiando muitas das novas e, então, quando comecei a praticar as músicas antigas e a cantá-las novamente, comecei a me lembrar daquela época. É assim que lembro da minha vida, por álbuns, ciclos de álbuns.

CM: Essa sensação muda dependendo da música?
Avril: Quando canto “I Fell in Love With the Devil” – quando vou tocar no piano, sinto-me em casa quando estava escrevendo. E eu gosto desse sentimento. “Here’s to Never Growing Up” me lembra cinco anos atrás – lançando meu último disco (Avril Lavigne), escrevendo no estúdio com as pessoas com quem trabalhei. “Sk8er Boi” me leva de volta. É legal porque as músicas que eu estou tocando ao vivo, muitas delas são meus hits dos últimos 17 anos. São músicas que já toquei em todo o mundo. Esses são todos os momentos da minha vida, é ótimo porque fazem uma grande parte da minha vida e o que eu estava vivendo, tudo o que fiz foi estar trabalhando, estar no estúdio ou em turnê por um ano consecutivo. Todo esse trabalho duro valeu a pena e agora eu posso tocá-las e tenho um setlist inteiro de singles e músicas de sucesso, que eu sempre quis. Lembro-me de quando era mais jovem, assistindo o Green Day tocar, e o set deles era tão forte e eu só tinha um disco. Então eu lembro de ter pensado: “Um dia eu quero ter uma setlist como o do Green Day”.

CM: Você sente que precisa ter algum tipo de conexão emocional com cada música que toca, até mesmo com versões cover?
Avril: Sim, é por isso que levei três anos para fazer esse disco, queria que fosse perfeito. Eu sempre coloco meu coração e me esforço em tudo que faço. Eu me importo talvez mais do que deveria. Mas isso significa muito para mim, minhas músicas, vídeos, coisas que digo, o que faço.

CM: Qual é a motivação para o trabalho de caridade que você faz? De onde vem o desejo de se envolver com tantas coisas?
Avril: Quando lancei meu primeiro disco, recebi pedidos para conhecer crianças da Make-a-Wish Foundation. Isso foi realmente emocionante e eu pensei “Uau” – eu posso fazer a diferença na vida de alguém, então eu queria continuar com isso. Há dez anos, criei uma fundação focada em crianças doentes e pessoas com deficiência. E depois que peguei Lyme, coloquei um foco especial nisso, então esse é o tipo de foco principal. Ainda quero e estou fazendo outras coisas também.

Um dólar de cada ingresso vendido da turnê será doado à The Avril Lavigne Foundation, que apoia pessoas com doença de Lyme, doenças graves ou deficiências.

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Sobre o autor

Graduado em Análise e desenvolvimento de sistemas, trabalha como suporte técnico em TI na área da saúde. Amante de música eletrônica, é frequentador de baladas, barzinhos e casa de amigos, também é apaixonado pela música e estilo de Avril Lavigne desde 2002.